Livre Arbítrio vs. Livre Agência

Livre Arbitrio vs Livre Agencia – tradução Nathan Caze

Reavaliando o endurecimento do coração de Faraó

Traduções de artigos do STR que estão disponíveis no NAPEC

Segue-se os links das minhas traduções dos artigos do STR (Stand To Reason) que estão disponíveis no sítio do NAPEC (Núcleo Apologético de Pesquisas e Ensino Cristão):

1. Um Universo “Antigo” prova que o Cristianismo é falso?

2. Heresias históricas

3. É Jesus simplesmente um reconto da mitologia de Hórus?

4. É Jesus simplesmente um reconto da mitologia de Osíris?

5. Como poderia haver um Deus bom em um mundo como este?

6. É o relato da primeira visão de Joseph Smith confiável?

7. Heresia e Ortodoxia

8. Como alcançar alguém que não é do tipo de Deus

9. É Jesus o único caminho?

10. Há uma Verdade Absoluta?

11. Como eram as pessoas salvas antes de Cristo?

2 Coríntios 5:14-15 Tradução do Comentário Baker

Falácias lógicas bíblicas dos Sinergistas

Falácias lógicas bíblicas dos Sinergistas

Tradução: Nathan Cazé Blog: monoergon.wordpress.com Data: julho 27, 2013
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Os seguintes itens numerados são suposições comuns feitas por sinergistas em rejeitar a escravidão do arbítrio e a graça soberana de Deus na salvação.

Falácia #1. Deus não nos ordenaria a fazer o que não consigamos fazer.

Deus deu a Lei a Moisés, Os Dez Mandamentos, para revelar o que o homem não consegue fazer.

A. A Premissa #1 não é bíblica. Deus deu a Lei por duas razões: Para expor o pecado e para aumentá-lo para que o homem não pudesse ter escusa por declarar a sua própria justiça. Por quê? Porque no contexto, ele NÃO faz justiça. Como Martinho Lutero disse a Erasmo, quando você terminar com todos os seus mandamentos e exortações do Velho Testamento, eu escreverei Rm 3:20 por cima de tudo isso. Por que usar mandamentos e exortações do V.T. para mostrar o livre arbítrio quando estes [os dez mandamentos] foram dados para provar a pecaminosidade do homem? Estes existem para mostrar o que não conseguimos fazer ao invés do que conseguimos fazer. Portanto mandamentos e exortações não provam o livre arbítrio. Em nenhum lugar na escritura há alguma insinuação de que Deus dá mandamentos para homens naturais provarem que são capazes de cumpri-los.

[Aqui está a passagem que Lutero citou para Erasmo a fim de mostrar que o propósito da lei é para expor a nossa escravidão ao pecado, não para mostrar a nossa habilidade moral de guardá-la: “Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado”. Rom 3:19, 20] (colchetes e negrito inseridos pelo autor)

B. Essa premissa é irracional. Pode haver muitas razões para dar ordens à alguém para fazer algo, além da suposição de que ela consegue fazê-la. O propósito, como está acima, pode servir para mostrar à pessoa sua inabilidade de cumprir o mandamento. Assim, NADA pode ser deduzido acerca das habilidades por meio de um mero mandamento. Passagens que afirmam coisas como “Se você quiser” e “quem quer que creia” são ditas no modo subjuntivo (hipotético). Um gramático explicaria que isso é uma afirmação condicional que assevera nada indicativamente. Em tais passagens, o que nós “deveríamos” fazer não necessariamente implica o que “conseguimos[/podemos]” fazer.

C. As consequências da desobediência de Adão sobre os seus descendentes inclui impotência espiritual em várias áreas: a inabilidade do homem de entender a Deus (Salmo 50:21; Jó 11:7-8; Rom 3:11); de ver coisas espirituais (João 3:3); de conhecer o seu próprio coração (Jer 17:9); de direcionar os seu próprios passos no caminho da vida (Jeremias 10:23; Provérbios 14:12); de libertar a si mesmo da maldição da lei (Gálatas 3:10); de receber o Espírito Santo (João 14:17); de escutar, entender ou receber as palavras de Deus (João 8:47; 1 Corinthians 2:14); de se fazer nascer dentro da família de Deus (João 1:13, Romanos 9:15-16); de produzir arrependimento e fé em Jesus Cristo (Efésios 2:8-9; João 6:64, 65; 2 Tessalonicenses 3:2; Filipenses 1:29; 2 Timóteo 2:25); de vir a Cristo (João 10:26; João 6:44); e de agradar a Deus (Romanos 8:5, 8, 9).

Falácia #2. A menos que o nosso arbítrio seja livre, não somos responsáveis.

Ou, “Se não livre, então não responsável”. Isso significa que se não somos capazes de fazer uma escolha contrária, então os nossos arbítrios não são livres. Assim, se formos completamente presos em pecado de forma que não consigamos fazer mais nada além de pecar, então somos livres da responsabilidade destes pecados. Isso é irracional porque a suposição por detrás disso é a ideia da neutralidade.

A. A Bíblia não apresenta o conceito de liberdade desta maneira. De acordo com a Escritura, liberdade é descrita como santidade. A liberdade definitiva é a santidade absoluta. Se isso for verdade, então Deus é o ser mais livre de todo o universo. De outro modo, precisamos dizer que Deus é o ser mais escravizado no universo porque Ele é o menos neutro em questões morais. Ademais, Deus não é livre no sentido libertário para fazer algo contrário a Sua própria natureza. Por exemplo, Deus não pode mentir ou ser impuro ou Ele violaria a Sua própria essência e, portanto, não mais seria Deus (uma suposição impossível). Mas Ele é livre no sentido Bíblico…livre do pecado e da escravidão da corrupção…como será os santos no céu quando forem glorificados no último dia. Que eles não podem escolher do contrário [a pecar] quando forem glorificados não impede a liberdade destes, de acordo com a Bíblia, que fala destas pessoas com sendo as MAIS livres. (colchete inserido pelo autor)

B. Semelhantemente, se afirmarmos que a escravidão do pecado elimina a responsabilidade, então a melhor forma de evitar a responsabilidade de nossos pecados é ser o mais escravizado delas possível. O bêbado que é escravizado pelo alcoolismo não é, portanto, responsável por suas ações. Deveríamos encorajar as pessoas a pecarem o máximo então, para que estas não mais sejam responsáveis?

C. Toda a ideia da neutralidade do arbítrio é absurda. Se as decisões do arbítrio não são determinadas pela natureza interna da pessoa, então em quê sentido pode ser dito que estas decisões são os resultados de uma decisão da própria pessoa? Como, de fato, uma decisão possa ser verdadeiramente uma decisão moral se for moralmente neutra? Como pode a moralidade ser moralidade de alguma forma e ser neutra?

Falácia #3. Para o amor ser real, deve ter a possibilidade de ser rejeitado.

Deus quer que nós O amemos livremente, não por compulsão. Portanto, o homem caído deve ter a habilidade de amar a Deus. É que simplesmente ele escolhe amar outras coisas.

A. A Escritura ensina que o amor a Deus é um produto de Sua graça. 1Tm.1:14. Se a graça for necessária para fazer-nos amar a Deus, então segue-se que não tínhamos habilidade para amá-Lo antes da chegada da graça. Significa também que a graça não é dada porque escolhemos amar a Deus. Escolhemos amar a Deus porque a graça é dada. A graça, não a virtude no homem, toma a iniciativa.

B. Essa premissa é parecida com aquela que diz, “A escolha contrária é necessária para que a liberdade possa existir”. Deus periodicamente dá aos santos no céu uma oportunidade de odiá-lo para ser ‘justo’? Jesus tinha alguma habilidade para odiar o Pai? Ou era o Seu amor pelo Pai uma reflexão do que Ele próprio realmente é?

C. Se a fé for um dom da graça, como vimos acima, então por que é estranho pensar que o amor também não pode ser um dom da graça?

Falácia #4. Uma pessoa não pode ser punida por aquilo que ela não pode deixar de fazer.

Se isto for o caso, então um Cristão não pode ser recompensado por aquilo que a sua nova natureza o compele a fazer. Não vamos esquecer de que a natureza de uma pessoa não é algo que ela possui. É algo que ela é.

John Hendryx adaptado de um pequeno artigo do Roger Smalling

Você está lutando? – J.C. Ryle

Santidade: Um Chamado para os Cristãos Batalharem o Pecado e Buscarem a Deus – J.C. Ryle

Santidade: Um Chamado para os Cristãos Batalharem o Pecado e Buscarem a Deus – J.C. Ryle

Aquele grande teólogo, John Owen, o Deão da Igreja de Cristo, costumava dizer, a mais de duzentos anos atrás, que havia pessoas cuja religião inteira parecia consistir em reclamar sobre suas próprias corrupções e dizer a todos que eles não podiam fazer nada de si mesmos. Temo que depois de dois séculos a mesma coisa pode ser dita com verdade sobre algumas pessoas que professam Cristo neste dia. Sei que há textos nas Escrituras que justificam tais queixas. Não me oponho a eles quando os mesmos provêm de homens que andam nos passos do apóstolo Paulo e lutam o bom combate, como ele fez, contra o pecado, o diabo e o mundo. Mas eu nunca gosto de tais reclamações quando vejo motivo para suspeitar, como costumo fazer, que eles são apenas uma capa para cobrir a preguiça espiritual e uma desculpa para a indolência espiritual. Se dissermos com Paulo: “Miserável homem que eu sou”, vamos também ser capaz de dizer com ele: “Prossigo para o alvo.” Não vamos citar o seu exemplo por um lado, enquanto não seguimo-lo por outro (Rm 7:24; Fil 3:14).

Eu não afirmo ser melhor do que os outros; e se alguém perguntar, “O que é você, que você escreva dessa maneira?” Eu respondo, “verdadeiramente, sou uma criatura muito pobre”. Mas eu digo que não posso ler a Bíblia sem desejar ver muitos crentes mais espirituais, mais santos, mais unidos, com mais pensamentos celestiais, mais sinceros do que eles são no século dezenove. Quero ver entre os crentes mais de um espírito peregrino, uma separação mais determinada do mundo, uma conversação mais evidentemente celestial, uma caminhada mais próxima de Deus; e, portanto tenho escrito da forma que tenho escrito.

Não é verdade que precisamos de um padrão mais elevado de santidade pessoal neste dia? Onde está a nossa paciência? Onde está o nosso zelo? Onde está o nosso amor? Onde estão as nossas obras? Onde está o poder da religião a ser visto, como era em tempos passados? Onde está aquele tom inconfundível que distinguia os antigos santos e sacudia o mundo? Verdadeiramente a nossa prata tornou-se em escória, o nosso vinho misturado com água, e nosso sal tem muito pouco sabor. Estamos todos mais do que meio adormecidos. A noite é passada, e o dia está próximo. Vamos acordar e não dormir mais. Vamos abrir os nossos olhos mais amplamente do que temos feito até este momento. “Deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia”. “Purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”. (Heb. 12:1; 2 Cor 7:1). “Cristo morreu”, diz Owen, “e deverá o pecado viver? Foi Ele crucificado no mundo, e deverão nossos afetos para o mundo serem vivos e ativos? Oh, onde está o espírito daquele, que pela cruz de Cristo foi crucificado para o mundo e o mundo para ele?”

(extraído de: Capítulo 3: Santidade na Santidade: Sua Natureza, Obstáculos, Dificuldades e Raízes, J.C. Ryle)

Tradução: Nathan H.A. Cazé
Blog: monoergon.wordpress.com
Fonte: http://www.erictyoung.com/2011/05/20/holiness-a-call-for-christians-to-battle-sin-and-pursue-god-%E2%80%94-j-c-ryle/

Religião Evangélica extraido de Knots United – J.C. Ryle

Refutando o Relativismo – Matt Slick

Refutando o Relativismo – Matt Slick

Tradução – Nathan H.A. Cazé || Email: nhac27@hotmail.com || Blog: monoergon.wordpress.com

Fonte: http://carm.org/refuting-relativism

O relativismo é a posição filosófica que todos os pontos de vista são igualmente válidos e que toda verdade é relativa ao indivíduo. Mas, se nós olharmos mais adiante, vemos que essa posição não é lógica. De fato, a mesma é auto-refutante.

1. Toda verdade é relativa.

A.        Se toda verdade é relativa, então a afirmação “Toda verdade é relativa” seria absolutamente verdadeira. Se a mesma for absolutamente verdadeira, então todas as coisas não são relativas e a afirmação de que “Toda verdade é relativa” é falsa.

2. Não há verdades absolutas.

A.        A afirmação “Não há verdades absolutas” é uma afirmação absoluta que deveria ser verdade. Portanto, é uma verdade absoluta e “Não há verdades absolutas” é falso.

B.        Se não há verdades absolutas, então você não poder crer em nada absolutamente, incluindo que não há verdades absolutas.

3. O que é verdade para você não é verdade para mim.

A. Se o que é verdade para mim é que o relativismo é falso, então é verdade que o relativismo é falso?

i. Se você disser não, então o que é verdade para mim não é verdade e o relativismo é falso.

ii. Se você disser sim, então o relativismo é falso.

B. Se você disser que somente é verdade para mim que o relativismo é falso, então

i. Estou crendo em algo que não seja o relativismo; a saber, que o relativismo é falso. Se isso for verdade, então como pode o relativismo ser verdade?

ii. estou crendo eu em uma premissa que seja verdade ou falso ou nenhuma?

a. Se for verdade para mim que o relativismo é falso, então o relativismo (em mim) assegura a posição que o relativismo é falso. Isso é autocontraditório.

b. Se é falso para mim que o relativismo é falso, então o relativismo não é verdade porque o que é verdade para mim não é dito ser verdade para mim.

c. Se você disser que a mesma não é nem verdade nem falso, então o relativismo não é verdade uma vez que esta afirma que todos os pontos de vista são igualmente válidos; é por não ser pelo menos verdade, o relativismo se mostra ser errado.

C. Se eu creio que o relativismo é falso, e se a mesma for somente verdade para mim que a mesma é falso, então você deve admitir que é absolutamente verdade que eu estou crendo que o relativismo é falso.

D. Se estou crendo em algo que não seja que o relativismo é verdade, então há algo que não seja o relativismo que é verdade – mesmo que seja somente para mim.

i. Se há algo que não seja o relativismo que seja verdade, então o relativismo é falso.

4. Ninguém pode saber nada com certeza.

A. Se isso for verdade, então podemos saber que não podemos saber nada com certeza, que é auto-derrotante.

5. Isso é a sua realidade, não a minha.

A. É a minha realidade realmente real?

B. Se a minha realidade for diferente da sua, como pode a minha realidade contradizer a sua realidade? Se a sua e a minha forem igualmente reais, como pode duas realidades opostas que excluem uma à outra realmente existir ao mesmo tempo?

6. Todos nós percebemos o que queremos.

A. Como que você sabe que essa afirmação é verdadeira?

B. Se todos nós percebemos o que queremos, então o que você está querendo perceber?

i. Se você disser que quer perceber a verdade, como que você sabe se você não está enganado?

ii. Simplesmente desejar a verdade não é prova que você a tem.

7. Você não pode usar a lógica para refutar o relativismo.

A. Por que não?

B. Você pode me dar uma razão lógica pela qual a lógica não pode ser usada?

C. Se você usar o relativismo para refutar a lógica, então em que base é o relativismo (que nada é absolutamente verdade) capaz de refutar a lógica que é baseada na verdade?

D. Se você usar o relativismo para refutar a lógica, então o relativismo perdeu o seu status relativo já que a mesma é usada para refutar absolutamente a verdade de outra coisa.

8. Nós estamos somente percebendo os diferentes aspectos da mesma realidade.

A. Se as nossas percepções são contraditórias, pode umas dessas percepções ser confiada?

B. É a verdade autocontraditória?

i. Se a verdade fosse, então ela não seria verdade porque ela seria auto-refutante. Se algo for auto-refutante, então a mesma não é verdade.

C. Se for verdade que estamos percebendo diferentes aspectos da mesma realidade, então estou eu crendo em algo que seja falso já que eu creio que a sua realidade não é verdade? Como, então, poderiam ser a mesma realidade?

D. Se você estiver dizendo que é meramente a minha percepção que não é verdade, então o relativismo está refutado.

i. Se eu estiver crendo que algo é falso, então o relativismo não é verdade já que a mesma afirma que todos os pontos de vista são igualmente válidos.

E. Se a minha realidade é que a sua realidade é falsa, então ambas não podem ser verdade. Se ambas não são verdade, então um de nós (ou ambos) está errado.

i. Se um ou ambos de nós está errado, então o relativismo não é verdade.

9. O próprio relativismo é excluído da crítica que a mesma é absoluta e auto-refutante.

A. Em qual base você simplesmente exclui o relativismo da crítica da lógica?

i. É isso um ato arbitrário? Se sim, a mesma justifica a sua posição?

ii. Se a mesma não for arbitrária, qual critério você usou para excluir a mesma?

B. Excluir a si mesmo do começo é uma admissão dos problemas lógicos inerentes a este sistema de pensamento.

Outros podem, você não – G.D. Watson

Outros podem, você não

Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. (Mateus 16:24-25)

Se Deus lhe chamou para ser verdadeiramente como Jesus em todo o seu espírito, Ele atrairá você para uma vida de crucificação e humildade.  Ele colocará tamanhas demandas de obediência que você não poderá seguir outros Cristãos. De muitas maneiras, parece que Ele deixa outras pessoas fazerem coisas que ele não deixará você fazer.

Outros que parecem ser muito religiosos e úteis podem se esforçarem, manipularem, e planejarem a executar os seus planos, mas você não poderá. Se você tentar, você se encontrará com tamanho fracasso e repreensão do Senhor que lhe fará extremamente penitente.

Outros podem vangloriar sobre si mesmos, suas obras, seus sucessos, seus escritos, mas o Espírito Santo não permitirá você fazer tal coisa. Se você começar fazer tal coisa, Ele lhe guiará em uma mortificação profunda que lhe fará desprezar a si mesmo e todas as suas boas obras.

Outros serão permitidos a serem bem sucedidos em fazer grandes quantias de dinheiro, ou tendo um legado deixado para eles, ou em terem luxos, mas Deus só pode prover a você dia-a-dia, porque Ele quer que você tenha algo muito melhor do que o ouro, uma dependência total nEle e Seu tesouro invisível.

O Senhor pode deixar que outros sejam honrados e reconhecidos enquanto você é mantido escondido na obscuridade porque Ele quer produzir alguma escolha, fruto perfumado para Sua glória vindoura, que só pode ser produzido na sombra.

Deus pode deixar outros serem grandes, mas te manter pequeno. Ele deixa outros fazerem uma obra para Ele e receberem o credito, mas Ele lhe fará trabalhar e labutar sem saber o quanto você está fazendo. Então, para fazer a sua obra mais preciosa, Ele deixará os outros receberem o credito pelo trabalho que você tem feito; isso é para lhe ensinar a mensagem da Cruz, humildade, e alguma coisa com o valor de ser encoberto com a Sua natureza.

O Espírito Santo colocará uma vigilância rígida sobre você, e com um amor zeloso lhe repreender pelas palavras e sentimentos imprudentes, ou por jogar fora o seu tempo que, acerca disso, os outros Cristãos nunca parecem angustiados.

Então entenda que Deus é um Soberano infinito e tem o direito de fazer como Ele quer com os Seus, e que talvez Ele não lhe explique mil coisas que possam confundir o seu raciocínio em Suas relações com você.

Deus irá levar à letra as suas palavras.[1] Se você absolutamente se vender para seu o Seu escravo, Ele lhe enrolará em um amor zeloso e deixará outras pessoas dizerem e fazerem muitas coisas que você não pode. O mesmo está estabelecido para sempre; você deverá resolver diretamente com o Espírito Santo, Ele tem o privilégio de amarrar a sua língua ou de acorrentar a sua mão ou fechar os seus olhos de maneira que os outros não são lidados. Entretanto, saiba este grande segredo do Reino: Quando você estiver tão completamente possesso com o Deus Vivo que você está, no seu coração secreto, contente e encantado sobre este peculiar, pessoal, privado e zelos protetorado e gestão do Espírito Santo sobre a sua vida, você terá encontrado o vestíbulo do céu, o alto chamado de Deus.

Por G.D. Watson

G.D. Watson (1845-1924) foi um ministro Metodista Wesleyano e evangelista baseado em Los Angeles. Suas campanhas evangelísticas o levaram para a Inglaterra, Índias Ocidentais, Nova Zelândia, Austrália, Japão e Coréia. Ele também escreveu muitos livros.

Extraído de http://www.bulletininserts.org/bulletininsert.aspx?bulletininsert_id=161

 

Tradução: Nathan H. A. Cazé

Contato: nhac27@hotmail.com

Blog: Monoergon.wordpress.com


[1] Nota do tradutor: Se eu disser que “Eu levarei à letra as suas palavras”, eu quero dizer que eu notei o que você disse e que eu espero que você cumpra o que disse.